
Ontem, por volta de duas horas da manhã estava eu dirigindo pela Marginal Pinheiros, sozinha. Olhava para trás, não havia carro algum além de mim, o que eu podia enxergar ao olhar pelo retrovisor era:
O amor que eu havia deixado lá atrás, mas que insiste em não desgrudar do meu coração
A capacidade que esse homem tem em estimular minha criatividade
O cara que consegue me fazer abrir um sorriso apenas com sua presença, seja ela física ou não
A felicidade que tomara conta do meu coração há algumas horas após o tão esperado reencontro
O cara que faz meu coração acelerar desde o primeiro encontro até hoje
Lembranças boas de todos os momentos com ele
O romantismo que toma conta de mim quando o assunto é ele
Um cheiro delicioso que eu sinto involuntariamente e é o cheiro dele
O cara que eu admiro por tudo o que ele é em todos os campos da vida dele
O gosto diferente do champanhe quando é degustado na presença dele
Um sabor mais gostoso na minha boca, após trocar beijos com ele
A certeza de que a espera valeu a pena
A descoberta que não importa se ele fica um mês ou um dia longe, eu sempre sinto saudade


(com essa letra feinha mesmo, como eu imagino que seja a letra dele de verdade)











